Dados inéditos de saúde: Panorama das Clínicas e Hospitais 2022

Dados da saúde: Panorama das Clínicas e Hospitais 2022

Em sua segunda edição, o estudo descreve o cenário atual e traz dados inéditos do mercado de saúde no Brasil, identificando ainda as tendências para este ano

Dados atualizados sobre o mercado da saúde ajudam a guiar e inspirar o planejamento de clínicas e hospitais, podendo elevar as instituições a um novo patamar de qualidade. 

Assim como fizemos na primeira edição (que você pode conferir um resumo no final deste artigo), o Panorama das Clínicas e Hospitais 2022 busca contribuir com o desenvolvimento do setor por meio de estatísticas inéditas, atuais e relevantes para o setor

A seguir, confira os destaques de todos os tópicos abordados e clique na imagem abaixo para baixar gratuitamente o relatório completo. 😉

Dados sobre o mercado  Panorama das Clínicas e Hospitais 2022: pesquisa de mercado completa Baixe gratuitamente

Quem participou do Panorama das Clínicas e Hospitais 2022?

As estatísticas apresentadas neste relatório são resultados de uma pesquisa online que contou com a participação de 387 representantes de centros médicos de todo o Brasil

Entre eles, a maior parte (38%) exerce cargos de liderança, declarando-se gestores, diretores ou CEO e/ou médicos. 

Mas também temos a participação relevante de médicos ou especialistas de saúde (24%), membros das equipes de marketing (12%), financeiras ou administrativas (11%), de recepção (10%) e de tecnologia da informação (5%).

Dados do mercado de saúde no Brasil - Doctoralia e TuoTempo

Em termos geográficos, todas as regiões brasileiras foram representadas no estudo, sendo Roraima o único estado sem participantes. 

Refletindo os dados da Demografia Médica 2020, que aponta que 30% dos médicos em atividade no país encontram-se em São Paulo e no Rio de Janeiro, os dois estados somam 39% das respostas. Destacam-se ainda Paraná (8,8%), Minas Gerais (8,6%) e Santa Catarina (7,2%).

Marketing: qual é a porcentagem do orçamento que é investida em divulgação? 

Uma estratégia de marketing médico eficiente exige investimento – de esforços, tempo e recursos financeiros. Por isso, buscamos entender qual a porcentagem do orçamento das clínicas e hospitais tem sido dedicada a este tipo de ação.

A maioria (66%) dos respondentes afirmou que seu negócio investe de 1 a 15% do budget em divulgação. Por outro lado, 10% dos centros analisados não investem em marketing. 

Dados do mercado de saúde no Brasil: Marketing

Aqui vale resgatarmos alguns dados da edição do ano passado. 

Apesar do perfil analisado em 2020 ser diferente – mais profissionais individuais (31%) e menos centros com corpo clínico maior que 20 profissionais (13%) –, vemos que as respostas relacionadas à falta de investimento em marketing na época representaram 20%, sendo 14% “ainda não, mas pretendemos”, e 6% “não, temos outras prioridades “.

Os dados deste ano podem indicar que, de fato, mais negócios da área passaram a dedicar parte do orçamento em ações de divulgação, um possível impacto do peso que o marketing exerceu sobre as empresas no último período. 

Outra observação interessante é que apenas 1% das clínicas dedicavam mais que 30% de sua verba em marketing em 2020, enquanto este ano o número passou para 9%.

👉 Leia também: Marketing Digital na Saúde: estratégias online para atrair pacientes

Canais de agendamento de consultas

Após identificar um sintoma e procurar por soluções, ou mesmo ser impactado por alguma ação de marketing, é hora do paciente marcar seu atendimento.

Dados do mercado de saúde no Brasil: agendamento de consultas

Mesmo com a digitalização dos atendimentos, o telefone segue sendo um canal de agendamento extremamente relevante, sendo disponibilizado por 91% dos centros médicos estudados.

Nesse contexto, uma dica preciosa é recorrer a ferramentas que possam ajudar os gestores de clínicas e hospitais a elevar o potencial do telefone e entregar uma experiência mais positiva, evitando chamadas perdidas. Dois serviços de destaque no mercado são:

  • Doctoralia Phone: sistema de gestão de chamadas exclusivo para o setor da saúde. Agrega a tecnologia da telefonia VoIP a uma série de funcionalidades a fim de garantir que todas as ligações para a clínica sejam respondidas, além de monitorar a origem dos contatos para potencializar investimentos em marketing e entregar insights estratégicos;
  • Central de Agendamentos Doctoralia: uma central telefônica especializada no atendimento ao paciente que funciona em horário estendido e contribui para que seu centro médico não perca nenhuma ligação.

Em seguida, temos o WhatsApp destacando-se como meio de agendamento oferecido por 75% dos entrevistados, o que reforça a popularidade da rede social no Brasil. 

A título de contextualização, uma pesquisa realizada pela Opinion Box mostrou que quase 98% dos brasileiros têm o aplicativo instalado e 86% acessam o app todos os dias. O mesmo estudo também indicou que a pandemia aumentou a frequência de uso: 4 em cada 10 usuários estão utilizando o aplicativo mais do que há um ano.

Em seguida, o terceiro canal mais oferecido pelos centros médicos estudados (40%) para a marcação de consultas foi o site próprio

Criar um widget – ou seja, atalho de agendamento – para o site da instituição e até mesmo um Portal do Paciente completo são ótimas estratégias para transformar o tráfego em conversão.

👉 Leia também: Como atrair visitas de qualidade para o site de clínicas e consultórios

Digitalização: quais serviços são oferecidos pela internet

Para que o paciente possa ter uma experiência digital completa – ganhando autonomia e praticidade no cuidado com a saúde –, não basta que o centro médico esteja nas redes sociais ou se comunique pelo WhatsApp, é preciso pensar em todas as etapas da jornada.

Com isso em mente, buscamos descobrir o nível de digitalização das clínicas e hospitais, perguntando quais os serviços que já acontecem de forma online. Os resultados indicam que ainda há oportunidades de desenvolvimento no mercado.

Dados do mercado de saúde no Brasil: digitalização

O agendamento de consultas é o principal serviço realizado pela internet, sendo citado por 61% dos entrevistados, o que sugere certa percepção acerca das demandas do paciente digital e das vantagens de expandir as possibilidades de marcação de atendimentos para além do horário comercial.

👉 Leia também: Sistema de agendamento de consultas: por que ter e como escolher o ideal para o centro médico

Logo atrás está a confirmação de consultas (55%), a pesquisa de satisfação (38%) e telemedicina (36%), temas sobre os quais nos aprofundaremos adiante.

Apesar de os serviços de pagamento (35%), prescrição eletrônica (26%), contato com os especialistas (26%), histórico clínico (19%) e check-in (13%) exercerem um papel importante na construção da jornada digital – e em alguns casos, serem complementares à telemedicina –, poucos centros médicos os disponibilizam. 

Isso representa uma interrupção no percurso online do paciente e pode inclusive trazer alguns impactos negativos, visto que demanda mais tempo e esforço tanto por parte do paciente, como dos doutores.

Aderência à telemedicina

De 2020 para cá, muita coisa mudou no mundo. Cirurgias eletivas voltaram a acontecer, a circulação de pessoas aumentou – mantendo as medidas de proteção –, e os pacientes puderam retomar tratamentos não essenciais que haviam sido adiados. 

Com isso, o contexto da telemedicina também se transformou. 

A consulta online passou de ferramenta essencial para minimizar o contágio do vírus sem deixar de prestar atendimento à população, e se tornou uma alternativa mais prática e rápida de fornecer orientação médica.

Confirmando a realidade de um modelo de atendimento híbrido (onde o presencial e o online se complementam), 63% dos entrevistados estão oferecendo atendimento por telemedicina, seja uma parte do corpo clínico (40%) ou todos os especialistas (23%).

Dados do mercado de saúde no Brasil: Telemedicina

2022: tendências para um futuro próximo

A primeira tendência identificada pelos profissionais consultores vem em encontro com um tema altamente discutido por referências do setor: a humanização do atendimento, colocando o paciente no centro das estratégias

Dados do mercado de saúde no Brasil: tendências 2022

E por mais contraditório que possa soar, a tecnologia é um fator-chave para humanizar a experiência em saúde, já que aproxima o centro médico do paciente em todos os momentos em que não há interação pessoal (pré e pós-consulta ou mesmo a telemedicina). 

Além disso, ferramentas tecnológicas contribuem com as duas próximas tendências, a automação de tarefas e o smartphone como peça essencial no acesso à saúde. 

O envio automático de lembretes pelo WhatsApp, a personalização de campanhas de marketing em massa e a criação de um aplicativo próprio são exemplos de como unir os dois pontos.

Panorama das Clínicas e Hospitais 2022: confira na íntegra

Estamos vivendo o início de uma década de transformações intensas. Após um 2020 marcado por incertezas, 2021 foi um ano de adaptação, aprendizado e esperança.

É um momento desafiador e empolgante para as equipes de centros médicos no país – gestores, administradores, especialistas em marketing, profissionais de TI, médicos, recepcionistas etc –, já que as oportunidades são inúmeras! E como em qualquer situação nova, perguntas são inevitáveis. 

Apesar de não ser possível prever o que 2022 nos reserva, a segunda edição do Panorama das Clínicas e Hospitais foi criada para ajudar você a entender o que está acontecendo no mercado brasileiro hoje e, a partir disso, traçar possíveis tendências para o futuro. 

Como consequência, o Grupo Docplanner – do qual a Doctoralia e o TuoTempo fazem parte – conta com o seu apoio na missão de tornar a experiência em saúde mais humana. ❤ 

Panorama das Clínicas e Hospitais 2022 - Doctoralia e TuoTempo

Revisitando a edição passada: resumo Panorama das Clínicas e Hospitais 2021

A primeira edição do estudo exclusivo foi crucial para termos informações mais detalhadas sobre o mercado no ano em que o mundo foi surpreendido pelo coronavírus.

O ano de 2020 exigiu que hospitais, clínicas e outras unidades de saúde passassem a operar em novos formatos para garantir a qualidade do atendimento ao paciente à distância. 

O status da pandemia do coronavírus no mundo ainda era muito incerto, mas já não havia dúvidas quanto a uma coisa: o futuro – já próximo – seria híbrido

As consultas presenciais e online dividindo espaço nas agendas, ferramentas digitais complementando a experiência física e a valorização crescente de uma comunicação próxima entre especialistas e pacientes foram temas identificados.

Confira a seguir alguns pontos de destaque: 

Investimento dos centros médicos em marketing

Ações de marketing são previstas no orçamento de 80% das clínicas e hospitais brasileiros.

dados do mercado de saúde no brasil

Do total de respostas, 54% apontaram para ações básicas de divulgação, enquanto 26% indicam um investimento mais ativo.

Ilustrando a importância da criação de estratégias de marketing para o sucesso de negócios na saúde, 14% das clínicas afirmaram que, apesar de ainda não dedicarem recursos financeiros para este fim, pretendem dar início ao desenvolvimento de práticas de marketing no futuro.

Somente 6% das instituições dizem ter outras prioridades.

👉 Leia também:  Futuro da Telemedicina: jornada híbrida do paciente entre o digital e o físico

Ferramentas de gestão em saúde 

Fazer a gestão de um centro médico com eficiência – garantindo a organização da agenda, uma experiência positiva para o paciente, a produtividade da equipe e, por fim, a rentabilidade do negócio – nunca foi uma tarefa fácil.

dados do mercado de saúde no brasil

Mas a pandemia do coronavírus tornou a atividade ainda mais desafiadora.

A diferença no número de entrevistados que utilizavam mais de uma solução na gestão do negócio e aqueles que encontraram todas as funcionalidades necessárias em uma única plataforma é bastante sutil: 36% contra 38%, respectivamente.

Os demais (26%), mesmo utilizando uma única opção, a consideraram incompleta.

Queda no movimento causado pelo início da pandemia

O mundo foi pego de surpresa pela gravidade da covid-19 e, por isso, clínicas e hospitais tiveram que tomar uma difícil decisão: manter suas atividades, colocando em risco pacientes e colaboradores; ou fechar as portas provisoriamente e deixar de prestar suporte em um momento de vulnerabilidade extrema e falta de recomendações confiáveis.dados do mercado de saúde no brasil

Dentre os principais dados do mercado de saúde no Brasil, com certeza, os relacionados à pandemia são os que mais marcam 2020. 

As orientações de distanciamento e isolamento contribuíram para que 84% dos estabelecimentos de saúde sentissem uma queda no movimento, que foi entre 30% e 50% para a maior parte das instituições (58%).

Apenas 9% dos entrevistados alegaram que o fluxo de pacientes se manteve estável durante este período, e 6,5% apresentaram um aumento no número de consultas.

Ficou curioso para consultar o restante do estudo? Clique AQUI e acesse gratuitamente a primeira edição do Panorama das Clínicas e Hospitais.

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